A Lusoponte, concessionária responsável pela gestão e conservação da Ponte Vasco da Gama, informou num comunicado recente que a travessia do Tejo vai estar sujeita a obras, pelo menos, até novembro.
Segundo a mesma nota, esta intervenção resulta de um acidente ocorrido em junho de 2021, quando um autocarro ardeu por completo no tabuleiro. O incidente não provocou feridos, mas originou danos materiais na proteção de quatro tirantes, proteção essa que será agora substituída.
Apesar de se tratar de uma operação tecnicamente exigente e de implicar a instalação de um estaleiro no local - na via da direita no sentido norte/sul - a Lusoponte garante que as seis vias de circulação se mantêm abertas ao trânsito durante a obra.
Obras na Ponte Vasco da Gama: vias mais estreitas e restrições de velocidade
Para assegurar a manutenção das seis vias na Ponte Vasco da Gama, foi necessário reduzir a largura de cada faixa de rodagem.
Como consequência deste estreitamento e para salvaguardar a segurança de quem trabalha na obra e de quem atravessa a ponte, a velocidade máxima na zona com condicionamentos passa a estar limitada a 60 km/h.
Sobre esta alteração, a diretora de comunicação da Lusoponte, Teresa Oliveira, referiu em declarações à TSF que o cumprimento do novo limite é fundamental, por se tratar de uma medida indispensável para a segurança tanto dos trabalhos como dos condutores.
Possíveis cortes para verificações topográficas
Para além da redução da largura das vias e do novo limite de 60 km/h, a Lusoponte adiantou que poderá ser necessário realizar o corte total ou parcial da Ponte Vasco da Gama para verificações topográficas. Ainda assim, as datas em que estes cortes poderão ocorrer não foram, para já, divulgadas.
Recomendações práticas para quem atravessa a Ponte Vasco da Gama durante as obras
Durante este período, é aconselhável conduzir com maior antecedência e margem de tempo, sobretudo nas horas de maior tráfego, uma vez que o estreitamento das vias pode aumentar a probabilidade de abrandamentos e de pequenas retenções.
Sempre que possível, pode também ser útil ponderar percursos alternativos na Área Metropolitana de Lisboa - incluindo a Ponte 25 de Abril ou opções de transporte público - especialmente em dias de deslocações mais previsíveis, reduzindo a exposição a eventuais condicionamentos adicionais associados aos trabalhos e às verificações topográficas.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário